O projeto Projeto Panoptes – auditoria contínua por satélites está chegando ao fim de sua primeira fase. Por isso, o Tribunal de Contas da União (TCU) convida todos a participar da etapa de transferência de conhecimento. O projeto foi desenvolvido com o apoio de pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais do Brasil. O material didático será apresentado no GitHub e os scripts/códigos no Jupyter Notebooks. Mesmo aqueles que não têm conhecimentos técnicos sobre o assunto poderão se beneficiar ao conhecer as possibilidades de uso da tecnologia geoespacial para controle. O TCU está utilizando a tecnologia para fiscalizar o crédito rural brasileiro (US$ 87 bilhões por ano).
- Nome da ação educacional: Monitoramento de operações de crédito rural por meio de geotecnologias – processo e ferramentas tecnológicas.
- Objetivo: apresentar as rotinas desenvolvidas para o processamento de dados geoespaciais, especialmente imagens de teledetecção, cubos de dados de imagens e análises de séries temporais de imagens, personalizadas para atividades de monitoramento e fiscalização, principalmente na área agrícola e ambiental.
- Conteúdo a ser apresentado: será dada uma visão geral do processo de fiscalização por meio da geotecnologia do crédito rural brasileiro (US$ 87 bilhões) e serão apresentados os produtos gerados:
- Material didático no GitHub: https://geo-credito-rural.github.io/index.html
- Scripts/códigos no Jupyter Notebooks: https://www.kaggle.com/datasets/geocreditorural/basededados/code
- Aulas gravadas no YouTube: https://www.youtube.com/playlist?list=PLLVkWXSTX0WdQQpTp23fzAhDYLMC78gmT
- Público-alvo: interessados em compreender o potencial das informações espaciais para auditorias tradicionais e contínuas.
- Carga horária: 1 hora e 30 minutos.
- Dia e horário das atividades: 11 de novembro, das 10h30 às 12h, horário de Brasília (GMT-3).
- Modalidade: à distância, através da plataforma YouTube. O acesso deve ser feito pelo seguinte link: https://youtube.com/live/gi5wETxysME?feature=share
- Apresentadores: pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais do Brasil.
O projeto recebeu apoio financeiro da Organização Latino-Americana e do Caribe de Entidades Fiscalizadoras Superiores (OLACEFS) e apoio técnico da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH.
